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FALTRI

Sobre FALTRI

Conheça um pouco da trajetória do Triathlon Alagoano

Fundação e primeiros passos

A Federação Alagoana de Triathlon, conhecida pela sigla Faltri (ou FALTRI), foi fundada em agosto de 2001. Desde o início, sua missão central foi fomentar e organizar o triathlon em Alagoas, articulando um calendário de provas, apoiando clubes, atletas e promovendo a modalidade de forma estruturada. No material institucional “Construindo Sonhos”, a entidade se apresenta como aquela que “assumiu o desafio de proporcionar o desenvolvimento e crescimento do triathlon no estado”.

Primeiras gestões e liderança feminina

A triatleta alagoana Adriana Mangabeira foi eleita presidente da Federação em 2017, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo. Adriana é uma das fundadoras da Faltri e tem uma longa trajetória no triathlon — sendo uma das primeiras alagoanas a representar o estado em competições nacionais e internacionais, além de ser reconhecida como uma das primeiras Ironman do estado. Ao assumir o cargo, ela adotou o lema “Triathlon Para Todos”, com foco em inclusão social, apoio às categorias de base, paratriathlon e acesso ampliado ao esporte para pessoas de diferentes realidades. Sua eleição marcou um momento simbólico de representatividade e avanço no esporte alagoano.

Estrutura organizacional, registro e filiação

A Faltri é oficialmente vinculada à Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri), sendo uma das federações estaduais reconhecidas pela entidade nacional. Na página da CBTri, constam informações como nome, endereço, contato e presidente atual da federação. A Faltri também está registrada em mapas de organizações da sociedade civil (OSC), onde é possível verificar dados públicos como ano de fundação e local de atuação. Para que um atleta possa competir oficialmente e pontuar nos rankings estaduais e nacionais, é necessário possuir o registro federativo pela federação local.

Desenvolvimento de provas estaduais e parcerias

Uma das principais atribuições da Faltri é organizar o calendário de eventos de triathlon no estado, incluindo provas nas categorias Sprint, Olímpico, iniciação e Campeonato Alagoano de Triathlon. Em 2017, por exemplo, a federação lançou inscrições para a 1ª etapa do Campeonato Alagoano de Triathlon, com apoio de clubes e participação de atletas de vários estados, incluindo categorias infantis. Já em 2019, houve uma reestruturação da federação estadual (mencionada como Fetrial), o que permitiu a realização de provas com cerca de 200 atletas em modalidades como Mini-Sprint, Sprint, Olímpico e Revezamento. O presidente da época destacou que, “começando do zero, sem nenhum capital, conseguimos realizar uma prova de alto nível e já planejar novas etapas.” Além disso, a Faltri tem apoiado provas em orlas de praias, em parceria com clubes, assessorias esportivas e organizadores locais, fortalecendo o triathlon em Alagoas. Em notícias regionais, foi destaque a 3ª etapa do Campeonato Alagoano de Triathlon, realizada na orla de Pajuçara, com ampla participação de atletas locais e visitantes.

Desafios, mudanças e liderança atual

Como muitas entidades esportivas estaduais, a Faltri enfrentou desafios financeiros, estruturais e de visibilidade, além da necessidade constante de adaptação às regras nacionais. Há registros de processos administrativos e judiciais envolvendo a entidade — sem indícios de impactos graves na sua operação. Atualmente, segundo os registros da CBTri, o presidente da Federação Alagoana de Triathlon é Higino José dos Anjos VieiraAo longo do tempo, a federação passou por diferentes gestões, sempre buscando apoiar atletas amadores, promover provas estaduais de qualidade e integrar o triathlon alagoano ao cenário nacional.

Impactos e legado

A Faltri desempenha um papel essencial no fortalecimento do triathlon em Alagoas. Entre seus principais impactos estão:

  • Organização sistemática de provas estaduais e regionais, criando oportunidades para atletas locais.
  • Incentivo às categorias de base e iniciação, formando novos talentos.
  • Promoção do paratriathlon, reforçando o caráter inclusivo do esporte.
  • Aumento da visibilidade do triathlon no estado, atraindo mídia e patrocinadores.